Pantheon

Pantheon por Una lucciola...

Pantheon ♥

Meu monumento romano preferido e estava mais ansiosa para conhecê-lo do que o próprio Coliseu.

O Panteão se encontra no centro histórico de Roma e foi construído em 27 a.C. por Marco Vipsanio Agrippa, genro de Augusto, como um templo dedicado a todas as divindades passadas, presentes e futuras.

A palavra Pantheon vem do grego, que significa “a totalidade dos deuses”.

Foi reconstruído pelo imperador Adriano, entre 120 e 124 d.C., depois que os incêndios de séculos anteriores tinham destruído a construção precedente. Sua estrutura é circular com um pórtico de colunas (oito frontais e dois grupos de quatro na segunda e terceira fileiras).

O ápice da cúpula tem uma abertura circular conhecida como óculo, que é descoberta, que é também é uma característica clássica de uma arquitetura equilibrada e harmoniosa. A altura até o óculo e o diâmetro interior são idênticos: 43,44 metros.

Óculo do Pantheon por Una lucciola...

Apesar de ter quase dois mil anos de sua construção, a cúpula do Pantheon ainda é hoje uma das maiores cúpulas do mundo e a maior de concreto não reforçado. E vamos lembrar do Michelangelo sacaneando o Vaticano construindo uma cúpula menor nesse post aqui.

No início do século VII, o Pantheon foi convertido em uma basílica cristã chamada Santa Maria della Rotonda. Os romanos o chamam de “la Rotonna” ou “Ritonna” (a redonda) Hoje, ele tem o título de basílica menor.

Atualmente, o Pantheon conserva as duas tumbas dos dois primeiros reis da Itália: Vittorio Emanuele II e seu filho, Umberto I. A do Emanuele fica na capela central à direita. O rei não deveria ter sido enterrado ali, mas na Basílica de Superga, em Turim, lugar de sepultura tradicional dos Savoia.

A ida da tumba de Emanuele para o Pantheon fez com que o monumento virasse um novo símbolo de Roma.

Como um bom monumento italiano, o Pantheon também é envolvido por lendas.

A primeira, e que chamou minha atenção foi a de que, apesar do óculo, não chovia dentro dele. Ele não é totalmente fechado por razões técnicas (a cúpula teria cedido pelo peso) e simbólicas (a comunicação com as divindades).

Mas sim, chove dentro do Pantheon, apesar de a abertura criar corrente de ar que acaba “destruindo” as gotas de água, então a sensação é de que mesmo quando a chuva é forte, lá dentro chove menos. O sistema de drenagem interno também impede que se formem poças de água.

A segunda é que a abertura não existia inicialmente, mas passou a existir depois que o diabo escapou pelo teto após roubar a pinha dourada que fechava o fórum.

Se você estiver em Roma durante Pentecoste, vale ainda mais a pena visitar esse incrível monumento: nesse dia, acontece uma chuva de pétalas de rosa que entram pelo óculo:

Chuva de pétalas do Pantheon (Reprodução)

Chuva de pétalas do Pantheon (Reprodução)

Uma amiga minha (beijos, Jô!) já teve a oportunidade de presenciar esse momento por acaso.

Muito, muito amor pelo Pantheon ♥

Foto: Pantheon por Una lucciola…

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2 comentários sobre “Pantheon

  1. Thais disse:

    Ciao Bella!
    Também curto Laura Pausini desde que ela estreou La solitudine, mas esta não é minha favorita, prefiro Seamisai (dramática de cortar os pulsos!).
    Baci

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Comentários

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