Inferno: filme

Inferno, filme

Se em 2014, Dan Brown era uma leitura que eu considerava boa (ou muito boa), posso dizer que três anos depois, isso não acontece mais.

Ainda assim, é impossível negar que o estilo do americano não agrade a muitos. Particularmente, ainda gosto muito porque seus livros normalmente giram em torno de grandes obras italianas.

Então, o que normalmente vem como bônus, são algumas informações históricas interessantes, manipuladas de forma interessante para criar um enredo que intrigue o leitor e o segure até as páginas finais.

Em Inferno, seu último romance, lembro de ter dito que Dan Brown estava perdendo o toque. No sentido de: temos mais do mesmo. Sempre Robert Langdon, sempre ele o salvador do mundo, sempre uma mulher charmosa se apaixonado por ele, sempre os mistérios e sempre a solução.

Tive a oportunidade de assistir o filme agora no começo do ano. E estava ansiosa não pela história, porque além de conhecê-la, sabia que não seria nada de mais, mas porque queria matar um pouco da saudade de Florença.

Afinal, a história se passa nessa cidade maravilhosa, então sabia que teríamos belos takes dos principais monumentos e museus da cidade.

Nesse novo capítulo, Robert Langdon acorda em um hospital sem memória, ou quase sem. Com a ajuda de uma médica, Sienna, ele vai tentando juntar as poucas partes que consegue se lembrar do que aconteceu nos últimos dias da sua vida.

Muita informação histórica e muitas reviravoltas.

Estamos falando de uma ameaça que pretende recriar em terra o próprio inferno de Dante, descrito na Divina Comédia. Na verdade, falamos de um vírus que pretende acabar com a vida terrestre em questão de horas.

Muito corre e corre, uma verdadeira luta contra o tempo e…

… um final bastante diferente do livro. Fui pega de surpresa aí e confesso ficar bastante decepcionada porque achei o final do livro bem mais interessante.

A justificativa de Dan Brown? O final de seu livro não era hollywoodiano o bastante. Péssimo.

E tirando o fato de nos filmes terem toda a referência visual, que é importantíssima ao ler os romances de Brown, diria: fique com os livros. Todos eles foram melhor que as adaptações para o cinema.

Dan Brown planeja lançar seu sétimo livro (o quinto da série Robert Langdon) no final de 2017. Aparentemente se chamará Origin (Origem).

Estou aqui orando para que o escolhido da vez seja Michelangelo com sua Capela Sistina! rs

Foto: Inferno, filme (Divulgação)

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