Longobardi in Italia: i luoghi del potere

E então eu estava navegando tranquilamente em páginas sobre a Itália quando me deparo com esse monumento longobardo. Se eu falar que tive um treco, soará repetitivo, então digamos que eu me tranquilizei e decidi que tinha que escrever sobre isso como uma forma de aliviar o profundo desejo de pegar o primeiro voo rumo à Itália.

Os longobardi (longobardos) foram uma população germânica que começou sua longa migração de Elba à itália entre os séculos II e VI. Foi em Panônia, antiga província do Império Romano, que eles consolidaram suas estruturas políticas e sociais, convertendo-se ao cristianismo ariano e acabaram trazendo parte da cultura germânica.

Ao entrar na Itália, construíram um reino independente que dominou grande parte do território italiano e entre os séculos VII e VIII, representavam a potência européia. A queda do reino veio com uma derrota para os Francos, guiados por Carlos Magno.

De herança, eles deixaram i luoghi del potere (os lugares do poder), que desde 2011 foram anexados à lista de patrimônios mundiais da humanidade da UNESCO. O sítio compreende sete lugares de relevância arquitetônica, de pintura e escultura da arte longobarda. Os lugares se encontram espalhados ao longo da Itália.

Por cidade (em parênteses, as respectivas províncias), são eles:

  1. Cividale del Friuli (Udine): parte da área da “Gastaldaga” que tem o Tempietto (foto), atualmente o oratório Santa Maria in Valle e também o mais bem conservado testemunho arquitetônico da época longobarda; e o Complexo Episcopal que compreendia a basílica, o batistério e o palácio patriarcal.
  2. Brescia: o monastério Santa Giulia juntamente com a basílica de San Salvatore, construída a pedido do duca de Brescia (que depois foi rei dos Longobardos) e sua mulher e a área arqueológica do fórum romano.
  3. Castelseprio (Varese): área do Castrum com o monastério de Torba, a igreja de Santa Maria foris porta e as ruínas da basílica de San Giovanni Evangelista. Do monastério, está conservada apenas a torre – feita pelos Ostrogodos e readaptada pelos Longobardos – e a pequena igreja.
  4. Spoleto (Perugia): apenas a basílica de San Salvatore, que foi renovada pelos Longobardos no século VIII.
  5. Campello sul Clitunno (Perugia): faz parte desse sítio uma pequena igreja dedicada a San Salvatore, em forma de tempietto. Foi utilizada uma antiga capela pagã para sua construção.
  6. Benevento: o local chegou a ser sede principal dos longobardos e o sítio constitui da igreja Santa Sofia e um monastério (mas o que está conservado é uma reedificação).
  7. Monte Sant’Angelo (Foggia): o santuário San Michele Arcangelo, fundado antes da chegada dos Longobardos, mas que foi adaptado como o santuário nacional depois da conquista de Gargano (no século VII). O local é uma das principais metas de peregrinação do cristianismo que levava à Terra Santa (também faz parte de uma das variantes da Via Francigena – post em breve).

Eu não consegui achar duas informações que seriam relevantes: (1) se paga para entrar nos sítios e/ou se precisa fazer reserva [acredito que não]; e se existe algo planejado que te leve aos sete sítios (não de uma vez, mas, claro, em alguns dias).

Enfim, para saber mais informações, visite o site oficial dos patrimônios.

Mais alguém ficou com vontade de conhecer ou foi só eu mesmo? rs

Fotos: Monumentos Longobardos (Reprodução)

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