The Feeling

No post sobre Londres, eu recomendei duas músicas da banda The Feeling como trilha sonora e no post sobre o Alex Britti no Water Rats, eu comentei que tinha tietado outra banda na Inglaterra.

Pois bem, rs.

Sobre a minha segunda vida de tiete, comentarei no final do post. Primeiramente, vou comentar sobre essa banda incrível que pouquíssimas pessoas no Brasil conhecem.

A própria banda se classifica como pop. A banda é formada por cinco músicos de Sussex e Londres, que já se conheciam há muitos anos antes de se juntarem oficialmente como uma banda. Antes do sucesso, eles costumavam tocar covers em festas.

O primeiro single veio no final de 2005, Fill My Little World. Em 2006, o primeiro álbum Twelve Stops and Home foi lançado e conseguiu três singles no Top 3, além do próprio álbum atingir o 2º lugar nas paradas. A banda foi a mais tocada nas rádios inglesas naquele ano.

Esse sucesso também premiou a banda com o Songwrites of the Year do Ivor Novello e o vocalista Dan levou o título de Entertainer of the Year.

Com o sucesso, a banda lançou o segundo álbum de estúdio, Join With Us em 2008. Apesar de ter atingido o topo das paradas, não obteve o mesmo sucesso do primeiro, mas a banda continuou com as turnês até o lançamento do terceiro álbum, em 2011, Together We Were Made.

Entre 2011 e 2013, o fim tanto do contrato com a gravadora quanto do relacionamento do vocalista inspiraram a banda a voltar às origens e se isolar de todas as opiniões alheias e fazer um álbum como foi o primeiro.

O resultado foi o incrível Boy Cried Wolf, aclamado pela crítica.

A banda é conhecida por ter uma incrível fanbase, ou seja, fãs extremamente fiéis. Eu mesma pude comprovar isso quando fui ao show deles em Leicester.

Eu me considero (rs) uma das primeiras fãs da banda aqui no Brasil porque soube do primeiro single, Fill My Little World, assim que ele foi lançado na Inglaterra, em 2005, muito antes da banda ficar ‘conhecida’ por aqui. Essa ainda é uma das minhas músicas preferidas da banda ever!

Sou muito, muito fã deles, apesar de considerar o segundo álbum um buraco negro na história da banda (considero as sobras do primeiro álbum). O primeiro e o quarto álbum são incríveis, dois clássicos. Twelve Stops and Home eu levarei para sempre no meu coração como um dos melhores álbuns da minha vida. E Boy Cried Wolf tem uma das melhores músicas da banda, Blue Murder.

Sobre o momento tietagem: parte 2 (rs). Eu fui até Leicester ver a banda. Se eu contar a história de trás para frente, fica uma droga porque (1) eu ouvi três músicas e meia e (2) perdi meu trem da volta e tive que desembolsar pesadas £55 por uma passagem.

Infelizmente, tive que ir e voltar de Londres e quando comprei o ingresso estava escrito que o show começa às 18hs e sem banda de abertura. O portão abria às 18hs e a banda de abertura começou às 20hs, ou seja, The Feeling mesmo entrou somente às 21hs. Meu trem de volta estava marcado para 21:30.

Uma c***da, né?

PORÉM, como cheguei às 16:30 em Leicester, tive a oportunidade única de ouvir a checagem de som da banda. Como não tinha ninguém controlando quem entrava ou saia do local do show (o show era dentro da universidade de Leicester), eu acabei aproveitando para mostrar meu cartaz (eu sou #alockaaaa dos cartazes) e o vocalista viu e começou a cantarolar ao som da música Never Be Lonely, “she’s come from Brazil. Look, she’s Brazilian… she’ll get a special song ‘cos she’s come from Brazil” e lançou um solo de guitarra.

Nem preciso dizer que tive um mini infarto nesse momento, né? rs

Junto comigo, tinha um grupo de fãs que saem em turnê junto com a banda (eles tiram férias com a banda e a seguem de carro), uma delas me disse: “vai lá!”

Então, eu fui. O Dan foi um fofo, veio até mim, me deu beijo e abraço, tiramos foto e conversamos um pouco. Pedi um autógrafo (no caso dele, mas ele foi e pegou da banda toda! FOFO!). Depois, fui no baixista, que é marido da minha cantora preferida no mundo inteiro, rs. O Richard foi extremamente surpreendente, sério. Ele saiu da zona do palco para me dar um abraço e conversamos por um tempo.

Como diz minha amiga: sonhos não têm preço. Por mais que tenha sido uma droga ter pedido todo o show e o trem, conhecer a banda foi priceless!

Por acompanhar a banda, já sabia que eles são muito humildes e acessíveis, mas realmente não esperava ter a oportunidade de conhecê-los antes do show. Eles terem interrompido a checagem por minha causa foi muito emocionante! Acho que o empresário quis me matar, hahaha.

Se você não conhece a banda, recomendo muito ouvir seu primeiro e seu último álbum. O terceiro, Together We Were Made, mora muito no meu coração, mas o álbum mais pop de todos. Os outros têm algumas pitadas de rock também.

Recomendei Blue Piccadilly e Undeniable no post sobre Londres porque aquela fala sobre a linha de metrô londrina e das 12 paradas que o vocalista fazia antes de chegar em casa (da Leicester Square até a Bounds Green); e esta menciona a Trafalgar Square. Amo muito as duas!

“That’s when the Blue Piccadilly takes me away from the city, maybe someday, you’ll forgive me, twelve stops and home…” E é quando a Blue Piccadilly me leva para longe da cidade, talvez um dia você me perdoe, doze paradas e casa…

Foto: The Feeling (Reprodução)

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