A Doce Vida

O clássico de 1960 de Federico Fellini, que eternizou a Fontana di Trevi em Roma, normalmente é citado como uma transição dos estilos de Fellini, do neo-realismo para o “cinema arte”.

O filme acompanha a vida do jornalista sensacionalista Marcello Rubini (Marcello Mastroianni) em sete episódios que narram a “doce vida” de Roma durante os anos 50 e 60.

Marcello é o típico mulherengo. Ele se relaciona com várias mulheres, apaixona-se pela atriz americana interpretada por Anita Ekberg com a qual faz a famosa cena na Fontana di Trevi. As notícias que escreve são sobre as celebridades, festas da alta sociedade e até mesmo aparições religiosas (duvidosas).

O filme mostra através do personagem uma Roma moderna, mas também decadente por conta da influência americana.

Vários outros filmes fazem referências ou se inspiraram em A Doce Vida. Um dos personagens, o Paparazzo (fotógrafo que trabalha com Marcello), deu origem ao termo que se refere aos fotógrafos sem escrúpulos e indiscretos que perturbam as celebridades.

Podem me chamar de ignorante, leiga, mas não eu não gostei do filme, então nem me arrisco a deixar comentários. No entanto, vale a pena assistir por conta do clássico que ele se tornou.

Foto: Cena do filme (Reprodução)

Anúncios

4 comentários sobre “A Doce Vida

Comentários

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s